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naom_5ae9bab484829.jpgJan Koum anunciou a saída através da sua página oficial na rede social.

O co-fundador e CEO do WhatsApp, Jan Koum, anunciou a sua saída não só do conselho de administração do Facebook como da própria empresa, naquilo que se prevê ter sido o resultado de confrontos sobre a forma como são obtidos e utilizados dados dos utilizadores.

“Faz quase dez anos desde que eu e o Brian [Acton] fundámos o WhatsApp e tem sido uma jornada incrível com algumas das melhores pessoas”, escreve Koum na sua página pessoal no Facebook. O fundador da app de mensagens adianta que chegou a “altura de seguir em frente” e, apesar de não esclarecer o motivo da saída, adianta que sai da empresa “numa altura em que as pessoas estão a usar o WhatsApp de mais formas do que podia imaginar”.

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Koum não revela o que fará depois de sair da empresa mas admite que fará um intervalo para fazer as coisas que gosta além da tecnologia, nomeadamente “trabalhar nos carros e jogar ‘ultimate frisbee’”.

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A consultora esteve ‘debaixo de fogo’ depois das notícias que se havia apropriado de dados pertencentes a 87 milhões de utilizadores do Facebook.

A Cambridge Analytica e a sua divisão britânica, a SCL Elections, anunciou aos colaboradores que a empresa fecharia portas com efeitos imediatos, tendo ao mesmo tempo anunciado falência. A empresa tornou-se mundialmente conhecida depois do escândalo que envolveu a consultora e a rede social Facebook.

“Apesar da confiança inabalável da Cambridge Analytica em como os seus colaboradores agiram eticamente e dentro da lei, o ‘cerco’ da cobertura jornalística levou ao afastamento de praticamente todos os clientes e fornecedores da empresa. Como resultado, foi determinado que já não é viável continuar com o negócio”, pode ler-se no comunicado da empresa partilhado pelo The Wall Street Journal.

A Cambridge Analytica foi especialmente criticada pela apropriação de dados pertencentes a 87 milhões de utilizadores do Facebook através de uma app de ‘lifestyle’, dados estes que foram posteriormente colocados ao favor da campanha de Donald Trump para as eleições presidenciais dos EUA em 2016.

naom_5aeac03b93312 (1).jpgA empresa recorre a hashtags disponíveis publicamente para reunir imagens mais eficazmente da rede social.

Achou que as suas fotografias de Instagram não serviam qualquer utilidade? Pois bem, o Facebook encontrou uma forma de as aproveitar em seu favor ao usá-las para treinar os seus algoritmos de Inteligência Artificial.

Foi o próprio Facebook que o confirmou durante a sua conferência anual F8, adiantando até que faz uso de hashtags disponíveis publicamente para reunir as imagens de modo a serem analisadas pelos seus algoritmos. Em vez de recolher as imagens e categorizá-las manualmente, a rede social faz uso de hashtags que já são usadas para descrever (de alguma maneira) as fotografias.

Como nota o The Verge, esta é uma abordagem prática e eficaz à questão mas também é uma que levanta algumas questões no que diz respeito a privacidade. Mesmo que as fotografias partilhadas com hashtags sejam públicas, os utilizadores podem não querer que sejam utilizadas pelo Facebook.

naom_56144632da56d.jpgO Departamento de Defesa dos EUA receia que os dispositivos móveis da fabricante chinesa e da ZTE sejam uma ameaça à segurança nacional do país.

O Pentágono baniu a venda de smartphones da Huawei e da ZTE de bases militares dos EUA em todo o mundo, citando como motivo o risco que colocam à segurança do país.

“Os dispositivos da Huawei e da ZTE colocam um risco inaceitável à missão, informação e pessoal do Departamento [de Defesa]. À luz desta informação, não é prudente que os intercâmbios do Departamento continuem a vendê-los a pessoal do Departamento de Defesa”, pode ler-se no comunicado do porta-voz do Pentágono, o Major Dave Eastburn, enviado ao CNet.

Este é o mais recente desenvolvimento na história que diz respeito às suspeitas de espionagem dos EUA que (alegadamente) a China faz através da venda de dispositivos da Huawei e da ZTE, ambas fabricantes chinesas. De recordar que no início do ano as operadoras de comunicação dos EUA abandonaram os acordos feitos com a Huawei e até a cadeia de lojas Best Buy baniu nas suas superfícies a venda de dispositivos da marca.

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Um 'site' da internet responsável por mais de quatro milhões de ataques informáticos em todo o mundo foi encerrado, no âmbito de uma operação internacional que conduziu a várias detenções, anunciaram hoje as autoridades britânicas.

"Piratas informáticos de todo o mundo utilizaram o 'site' webstresser.org, que podia ser alugado por apenas 14,99 dólares (12,30 euros) para lançar mais de quatro milhões de ataques" digitais, anunciou a Agência Nacional do Crime (NCA) em comunicado.

"As autoridades de cinco países, entre os quais a Holanda, a Sérvia, a Croácia e o Canadá, com o apoio da polícia escocesa e da Europol, apanharam seis membros do grupo criminoso por detrás do webstresser.org", precisou a agência britânica de combate ao crime.

Paralelamente, a polícia holandesa, apoiada pelas homólogas alemã e norte-americana, "confiscou servidores e encerrou o 'site' esta manhã, às 11:30 (locais e de Lisboa)", acrescentou.

O 'site' era utilizado para lançar "ataques por negação de serviço", que visam inundar uma rede ou um computador com pedidos, para o impedir de funcionar.

Hoje, ao meio-dia, a página de entrada no 'site' apresentava uma mensagem anunciando que o nome do domínio tinha sido confiscado pelo Departamento da Defesa norte-americano.

Várias pessoas foram detidas, entre as quais dois homens, na zona de Lanarkshire, na Escócia, segundo a polícia escocesa.

Na Croácia, o Ministério do Interior anunciou em comunicado que o 'site' "era gerido por um cidadão croata de 19 anos detido" na terça-feira.

Apresentado como o proprietário do 'site' e suspeito de infração grave à segurança dos sistemas informáticos, poderá ser condenado a "uma pena de entre um e oito anos de prisão".

Na Sérvia, duas pessoas de 19 e 21 anos suspeitas de serem administradoras do 'site' foram detidas, indicou o Ministério do Interior sérvio, explicando que o 'site' webstresser.org era considerado o maior do mundo em matéria de aluguer de serviços para este tipo de ataques.

No âmbito do inquérito, a NCA identificou também e realizou buscas num endereço em Bradford, no norte de Inglaterra, associado a um indivíduo suspeito de estar envolvido no ataque informático que afetou "sete dos maiores bancos britânicos" em novembro de 2017.

Esses bancos "viram-se obrigados a reduzir as suas operações, o que desencadeou custos de centenas de milhares de libras para repor o serviço", segundo a NCA.

A agência identificou, em seguida, "a infraestrutura criminosa", situada na Holanda, e "trabalhou em colaboração com a polícia holandesa" para pôr fim à sua atividade.

"Por natureza, o cibercrime é uma ameaça que atravessa as fronteiras, e a nossa resposta deve assentar numa colaboração estreita entre os serviços", sublinhou Jo Goodall, investigadora da NCA.

"As detenções efetuadas nos últimos dois dias mostram que a internet não garante um anonimato absoluto aos infratores, e nós esperamos identificar outros suspeitos ligados ao 'site' nas próximas semanas", acrescentou.

Claire Georges, uma porta-voz da Europol, que coordenou na terça-feira, a partir de Haia, a operação, disse que "novas medidas" serão adotadas contra os utilizadores do 'site' na Austrália, no Reino Unido, no Canadá, na Croácia, em Hong Kong, em Itália e na Holanda, e que entre elas poderão incluir-se detenções.

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Fonte: BCI, 20 de Junho de 2018

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