ACIMA de 90 por cento decrianças são vacinadas em Moçambique,contra os principais problemas de saúde mais comuns nesta faixa etária, entre os quais as pneumonias, pólio, diarreias,sarampo e rubéola, o que se traduz na redução da morbimortalidade por estas doenças. Graça Matsinhe, directora do Programa Alargado de Vacinação (PAV) no Ministério da Saúde (MISAU), afirmou, em entrevista ao “Notícias”, que de 2015 a 2019 a taxa de cobertura de crianças completamente vacinadas cresceu de 85 para 94 por cento, o que quer dizer que entre 100 menores, 94 estão imunizadas. Leia mais
A ADOPÇÃO das medidas de prevenção da Covid-19, nomeadamente a lavagem das mãos, está a contribuir para a redução da incidência da cólera e outras doenças diarréicas nos centros e residências que acolhem deslocados dos ataques armados na província de Cabo Delgado. A informação foi dada no último sábado pelo Ministro da Saúde, Armindo Tiago, que escalou o centro de acolhimento da Escola Primária Completa 3 de Fevereiro, no distrito de Metuge, no quadro da visita da Primeira-dama àquela província do norte do país.
Moçambique retoma voos internacionais como consequência da reestruturação dos serviços de aviação da companhia de bandeira nacional, LAM.
O primeiro voo parte na próxima terça-feira de Maputo com destino a Lisboa.
Depois do banimento da companhia nacional, no território europeu, em 2017, a empresa Linhas Aéreas de Moçambique desencadeou uma acção de reestruturação dos seus serviços.
A correcção das falhas permitiu que a empresa de bandeira nacional fosse novamente qualificada para voar para Europa.
Na próxima terça-feira, de Maputo a Lisboa parte o Airbus A 330-300 com capacidade para transportar 250 passageiros na classe económica e 22 na executiva.
A retoma dos voos será feita pela LAM em parceria com uma empresa de origem portuguesa.
A empresa Linhas Aéreas de Moçambique ambiciona escalar outros pontos da Europa e da região Austral de África para responder, em parte, a demanda imposta pela indústria de petróleo e gás.
A ambição vai mais longe ainda, a LAM prevê nos próximos tempos introduzir aviões de carga para o escoamento de produtos alimentares das zonas de maior produção as grandes cidades.