Ministro da Economia e Finanças, Adriano Maleiane diz que a Agricultura baseada na cadeia de valor é aposta certa para a criação dos três milhões de novos postos de emprego previstos no Programa Quinquenal do Governo 2020-2024.
Maleiane respondia às questões colocadas, esta quinta-feira, pelos deputados da Assembleia da República durante a sessão da apreciação e debate do PQG.
Foram questões e sugestões colocadas ao executivo representado pelo Primeiro-ministro, Carlos Agostinho do Rosário.
Os deputados da Assembleia da República querem ver, no Plano Quinquenal do Governo, uma matriz clara incorporando metas, locais, beneficiários e informações objectivas sobre os projectos e investimentos a serem executados nos próximos cinco anos.
Adriano Maleiane afirma que o Plano Quinquenal do Governo 2020-2024 traça prioridades em sectores vitais para o desenvolvimento do país e explica como é que serão criados os três milhões de empregos a começar pelo sector de agricultura.
O Ministro da Economia e Finanças esclareceu que para a criação de novos postos de trabalho, o sector privado é chamado a contribuir através de novas iniciativas de investimento.
O PQG define a agricultura, industrialização, energia, pescas, turismo e infra-estruturas como sectores prioritários para os próximos 5 anos.
O ABSA Bank Moçambique divulgou, recentemente, os seus resultados referentes ao exercício económico de 2019, nos quais anuncia um lucro de pouco mais de um bilião e quarenta e oito milhões de meticais.
Em comunicado de imprensa, a instituição financeira refere que no período em análise os empréstimos aos clientes aumentaram 32,5%, enquanto que os investimentos no processo de mudança de marca diminuíram os lucros em 15,3%.
A fonte cita o administrador delegado do ABSA, Rui Barros, a referir que apesar de 2019 ter sido um ano de desafios para o sector financeiro, pela ocorrência de desastres naturais que impactaram negativamente a economia, “o desempenho da instituição foi fantástico”.
O Governador do Banco de Moçambique apela à adopção de regulação e supervisão inclusiva da segurança cibernética, no sistema financeiro moçambicano.
Rogério Zandamela alerta que o risco de ataque cibernético é uma das ameaças de topo dos mercados financeiros, cujos incidentes tendem a crescer e os ``hackers’’ aplicam métodos sofisticados, que provocam prejuízos colossais às economias dos países.