Ouvir a primeira palavra de um bebé é o melhor momento que vai experienciar.
A experiência foi considerada a número um, em detrimento inclusive do nascimento do bebé.
O inquérito realizado no Reino Unido, e partilhado pela publicação The Independent, teve em conta as respostas de dois mil adultos e também apurou que aquela memória superava para a maioria dos indivíduos a recordação do próprio casamento.
No topo das escolhas destacaram-se ainda: o primeiro amor, receber o primeiro ordenado, ouvir o primeiro choro do bebé, o primeiro emprego, ouvir alguém dizer ‘amo-te’ e comprar a primeira casa.
Enquanto que para as mulheres os momentos mais queridos se destacaram por se relacionarem sobretudo com a maternidade, no caso dos homens passar o teste de condução, a sua equipa de futebol de eleição vencer um campeonato importante ou ouvirem ‘sim’ quando pediram alguém em casamento também foram ocasiões eleitas pela maioria dos inquiridos.
Ouvir a primeira palavra de um bebé é o melhor momento que vai experienciar.
A experiência foi considerada a número um, em detrimento inclusive do nascimento do bebé.
O inquérito realizado no Reino Unido, e partilhado pela publicação The Independent, teve em conta as respostas de dois mil adultos e também apurou que aquela memória superava para a maioria dos indivíduos a recordação do próprio casamento.
No topo das escolhas destacaram-se ainda: o primeiro amor, receber o primeiro ordenado, ouvir o primeiro choro do bebé, o primeiro emprego, ouvir alguém dizer ‘amo-te’ e comprar a primeira casa.
Enquanto que para as mulheres os momentos mais queridos se destacaram por se relacionarem sobretudo com a maternidade, no caso dos homens passar o teste de condução, a sua equipa de futebol de eleição vencer um campeonato importante ou ouvirem ‘sim’ quando pediram alguém em casamento também foram ocasiões eleitas pela maioria dos inquiridos.
Uma visita diária a uma sauna pode reduzir o risco de enfarte, dizem os cientistas.
Suar numa sauna não é apenas relaxante, pode também ter outros benefícios para a saúde de acordo com um novo estudo.
Um grupo de investigadores britânicos apurou que quem transpira naquele lugar, entre quatro a sete vezes por semana, está menos propenso, em cerca de 60%, a sofrer de um enfarte, comparativamente a quem não o faz ou o faz apenas durante uma vez por semana.
Os cientistas seguiram um grupo de 1,628 voluntários durante 15 anos. A idade média dos participantes era de 63 anos e à partida não tinham um historial familiar de doenças cardíacas.
Os níveis de colesterol, a pressão arterial e outros fatores que poderiam afetar o risco de enfarte também foram tidos em conta no inicio do estudo.
Durante a pesquisa, 155 dos participantes sofreram de um enfarte. Mas a taxa foi ainda mais alta entre aqueles que só frequentavam a sauna durante uma vez por semana e mais reduzida entre os participantes que frequentavam aquele lugar até sete vezes no mesmo período de tempo.
O estudo foi realizado na Finlândia, país de onde as saunas são originárias e onde quase todas as habitações têm a sua.
O autor do projeto, o professor Setor Kunutsor da Universidade de Bristol, no Reino Unido, disse que a descoberta é “entusiasmante”.
E acrescentou: “É uma atividade que as pessoas geralmente adotam para relaxar e por prazer, mas que tem outras vantagens para o organismo, nomeadamente para a saúde cardíaca”.
Para que os mais novos percebam que são capazes de concretizar certa tarefa, deve-lhes ser dada a oportunidade para tal.
Para crianças por volta dos seis anos, problemas como não conseguir criar um castelo da Lego tal como está na caixa, atar os sapatos ou fazer um exercício de matemática, é encarado como graves problemas, para os quais carecem de ajuda imediata.
O seu instinto será facilmente ajudá-lo, contudo, por mais pequenos que sejam os obstáculos que desafiam o seu filho, há que deixá-lo tentar.
A paciência não é a melhor qualidade das crianças, pelo que em pouco tempo, vão tentar novas soluções para resolver aquele ‘difícil’ problema. É importante que as crianças sintam ter o apoio dos próprios pais, mas importa também que cresçam com a confiança de que são capazes de ser autónomos em vez de pedirem ajuda face qualquer situação.
Mas porquê 17 segundos?
Este curto e específico período foi apontado por Alissa Marquess, mãe de três e autora do blog ‘bounceback parenting’, onde partilha dicas de parentalidade.
Por ter o defeito de estar sempre a interromper os outros, apercebeu-se que a média de tempo até que alguém fosse interrompido por outros era de 17 segundos, intervalo que começou a aplicar a si, sempre que queria demonstrar os seus pensamentos numa conversa. Como a experiência teve sucesso, Alissa aplicou-a também ao caso dos seus filhos: Sempre que lhe pediam ajuda, esperava 17 segundos antes de o fazer.
Deste modo, estava a dar tempo a que a criança lidasse com o problema e, na maioria das vezes, o problema ficava resolvido com este simples truque.
Várias pesquisas demonstram que quando uma mulher e um homem são colocados na mesma situação envolvendo uma soma de dinheiro, as mulheres tendem a partilhá-lo mais generosamente do que os homens. E agora um novo estudo explica porque isto acontece...
Segundo um grupo de investigadores da Universidade de Zurique, na Suíça, o cérebro feminino responde de modo diferente do que o masculino quando confrontado com situações que implicam a demonstração de generosidade ou de atitudes egoístas.
O estudo publicado no periódico Nature Human Behaviour é o primeiro que demonstra a existência de facto de uma predisposição biológica e de género para a generosidade.
Os investigadores pretendiam observar como o striatum – uma parte do cérebro que é ativada durante o processo de toma de decisões e das consequentes recompensas – iria responder em cenários diferentes. Como tal pediram a 40 adultos para integrarem um conjunto de experiências que registassem imagens digitais do cérebro, enquanto tomavam decisões face à partilha ou não de dinheiro.
Como esperado, a região do striatum no cérebro revelou-se mais ativa nas mulheres quando optaram por tomar decisões mais “generosas e em prol de terceiros”, comparativamente a quando fizeram escolhas consideradas egoístas. Para os homens, detetou-se o inverso.
Seguidamente, foi pedido aos participantes que ingerissem drogas capazes de bloquear a transmissão de dopamina no cérebro, interrompendo assim “o sistema de recompensa”.
Nestas circunstâncias, as mulheres mostraram-se mais egoístas e os homens tornaram-se curiosamente mais generosos – sugerindo que certos fármacos podem afetar a benevolência dos indivíduos.
O coordenador do estudo, Alexander Soutschek, professor doutorado naquela universidade suíça, alerta que apesar destas diferenças terem sido detetadas do ponto de vista neurológico, não significa que sejam genéticas e que se encontrem programadas no ADN humano. Contrariamente, o académico aponta como ‘culpadas’ as normas culturais e sociais estabelecidas nas típicas sociedades patriarcais, e que separam ambos os sexos desde o nascimento.
Os sistemas de aprendizagem e de recompensa no cérebro estão interligados, explica Soutschek, e vários estudos já provaram que as raparigas tendem a ser recompensadas com elogios e com cumprimentos positivos (mais do que os rapazes), por comportamentos e atitudes tomados em prol da sociedade. Noutras palavras, as raparigas aprendem desde tenra idade – e os seus cérebros adaptam-se a essa realidade – que vão receber elogios e reconhecimento pelo seu altruísmo.