Cerca de 5 mil estudantes serão abrangidos pela primeira fase da retoma gradual de aulas presenciais, em todas delegações da Universidade Eduardo Mondlane, no país.
O regresso faseado de aulas vai compreender três fases, a primeira em Agosto corrente, a segunda com previsão para Outubro e a terceira em Janeiro de 2021.
Em tempos de pandemia, a mais antiga instituição de ensino superior no país afirma ter as condições de higiene e pedagógicas criadas, para a retoma das aulas presencias, face ao Sars-cov-2.
Serão abrangidos os estudantes do ultimo ano de graduação, dos quais cerca de 3mil do regime laboral e pouco mais de mil do regime pós-laboral.
Lavatórios, desinfectantes das mãos e salas adaptadas ao novo normal, através do distanciamento social entre os estudantes e docente são algumas das medidas implementadas pela Universidade Eduardo Mondlane.
A retoma faseada das aulas vai compreender três fases, a primeira em Agosto corrente, a segunda com previsão para Outubro e a terceira em Janeiro de 2021.
Ministério da Educação diz estar a trabalhar com diversas entidades incluindo a saúde para melhorar as condições nas escolas para um retorno seguro as aulas.
Todas as escolas deverão ter água e os professores dos alunos ainda em casa vão reforçar os que tem exame para garantir o distanciamento social nas turmas.
O sector da educação diz que nenhuma escola vai retomar as aulas sem água e condições para higienizar os alunos, professores e o ambiente.
As actuais turmas numerosas vão ser subdivididas em várias para garantir o distanciamento de pelo menos um metro entre os estudantes na sala de aula.
O reinício gradual das aulas vai permitir que os professores de outras classes assistam as sub-turmas que se vão gerar com o distanciamento dos estudantes.
E se for detectado um caso positivo entre os alunos, professores ou pessoal de apoio numa escola como proceder?
Porque as bibliotecas poderão ser um veículo de propagação do coronavírus o Ministério de tutela equaciona nova modalidade de funcionamento das mesmas a começar pela redução dos utentes na sala e a higienização regular do lugar e das mãos dos utentes.
Escolas Secundárias da Cidade de Maputo preparam-se para o retorno às aulas presenciais, observando e criando, rigorosamente, as condições de higiene e saneamento para conter a propagação do novo coronavírus.
Além das condições de higiene, as Escolas Secundárias Josina Machel e Laulane vão reduzir as turmas para vinte alunos cada, como forma de salvaguardar o distanciamento físico previsto.
O reinício das aulas presenciais ainda não tem data marcada, mas o sector da educação trabalha a todo gás para criar as condições de higiene e saneamento nas escolas.
A primeira fase de retoma das aulas presenciais vai abranger os alunos da décima-segunda classe.
Na Cidade de Maputo, as escolas secundárias desdobram-se para criar as condições materiais e pedagógicas para o reinício das aulas.
No centro da capital do país, a Escola Secundária Josina Machel, uma das maiores unidades do ensino secundário do país, funcionava antes da COVID-19, com 21 turmas da décima segunda classe.
Segundo o Director da Escola, as turmas serão repartidas em 2 para responder a retoma das aulas presenciais no contexto da COVID-19.
Escola Secundária de Laulane é outra unidade de ensino que se prepara para a retoma das aulas presenciais. Localiza-se no Bairro de Laulane, Distrito Municipal Ka-Mavota, Cidade de Maputo.
Laulane tem 10 turmas da décima-segunda classe, normalmente compostas por um máximo de 60 alunos.
O novo contexto, as turmas serão reduzidas para 20 alunos cada.
Há água corrente 24 horas por dia. A limpeza é garantida pelo pessoal de apoio. Há aspectos por melhorar, mas a direcção da escola e os professores dizem estar preparados para a retoma das aulas presenciais.
Na Josina Machel há condições de higienização criadas um pouco por toda escola e espaços criados para desinfecção e lavagem das mãos.
A Escola Secundária de Laulane tem dois sanitários para ambos sexos.
As salas já estão organizadas para acolher os estudantes da décima segunda classe, abrangidos pela primeira fase da retoma das aulas presenciais.
O MINISTÉRIO da Educação e Desenvolvimento Humano (MINEDH) está a ponderar a possibilidade de ajustar os conteúdos lectivos e a introduzir melhorias nas condições de saneamento nas escolas para uma eventual retomada das aulas presenciais no país, interrompidas em Março devido à pandemia do novo coronavírus. LEIA MAIS
O Ministério da Educação e Desenvolvimento Humano está a estudar formas de reajustar o calendário escolar de modo a cumprir com os programas pedagógicos do ano lectivo de 2020.
A instituição constituiu equipas que já trabalham nos possíveis cenários, visando recuperar o tempo que se terá perdido devido ao estado de emergência que ditou a interrupção das aulas no país.
A pandemia da Covid-19 tem estado a comprometer o ano lectivo.
O Ministério da Educação e Desenvolvimento Humano corre contra o tempo, desenhando possíveis cenários para recuperar o tempo perdido.
Normalização das actividades pedagógicas que depende do estado de emergência em vigor.
Mesmo sem certeza dos resultados, que sairão do trabalho em curso para a reposição dos programas previamente elaborados, facto é que o ano lectivo deverá ser cumprido.
O Ministério da Educação e Desenvolvimento Humano reconhece que estudar com base nas plataformas de televisão em canais fechados, não é abrangente.
A normalização das actividades pedagógicas, para o ano de 2020, depende do futuro cenário que as medidas incorporadas no estado de emergência em vigor poderão ditar.
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